Suicídio, o que leva uma pessoa a desistir de tudo?

O suicídio é terrível mal que aumenta na Humanidade e que deve ser combatido por todos os homens.

São várias as causas que conduzem o ser humano ao suicídio, todas indicativas do desconhecimento de como funcionam a Justiça e a Misericórdia Divinas. Materialismo severo, solidão, depressão, enfermidades incuráveis, violência, maus-tratos, abusos de todo tipo, pobreza extrema, fanatismo religioso, negligência e abandono familiar, perdas afetivas, alcoolismo, drogas, distúrbios mentais, desesperança, obsessão de Espíritos.

Segundo a visão Espírita, o suicídio leva a um caminho espiritual de dor e sofrimento e está longe de ser uma forma de libertação. O suicídio é praticado por pessoas de diversas classes sociais e por diferentes motivos, como já citado anteriormente, sendo um deles a ociosidade do espirito, ou seja, pessoas sem propósitos, que não se sentem estimuladas a buscar uma função útil na sociedade, outros cometem o suicídio como uma forma de fuga dos problemas da vida.

A doutrina acredita que o suicídio causa um enorme atraso evolutivo ao espírito. Além de “parar no tempo” em relação à evolução espiritual, a pessoa comete um crime contra si mesma e contra a lei de preservação e sobrevivência, que todos que trazemos dentro de nós. 

O suicídio é o mais grosseiro vestígio da fragilidade humana. Diante disso, nenhum homem tem direito de dispor da sua vida, apenas Deus possui esse direito, por ser o criador dela.

Toda encarnação, por mais penosa que seja, é uma benção concedida por Deus a nosso beneficio, de nossos resgates, aprendizados e evolução a que somos destinados. Por isso, não devemos desperdiçar a chance que nos foi concedida, e sim aproveitá-la, utilizando dos ensinamentos que Jesus nos deixou para que aprendêssemos a nos amar, respeitando nossas vidas, nossos limites e oportunidades, para então podermos amar o próximo como a nos mesmo.

O suicídio, independentemente da forma como se manifesta, sempre produz sofrimentos no curto, médio ou longo prazo, em ambos os planos da Vida: o espiritual e o físico. Conscientizar as criaturas a respeito das consequências do ato, no Além-Túmulo, das dores que maceram os familiares e do ultraje às Leis Divinas, é método salutar para diminuir a incidência dessa solução insolvável.

Sugestão de Leitura:

O maior de todos os equívocos que o ser humano comete é o suicídio. Ninguém tem o direito de abreviar ou interromper a própria existência física. Além de se constituir em crime perante as leis de Deus, esse ato tresloucado não cessa com o sofrimento de quem o comete. Ao contrário, aquele que assim age, sente a frustração de seu intento ao se sentir vivo, apesar da morte, e com seus sofrimentos multiplicados ao infinito. Luiz Gonzaga Pinheiro, como defensor da vida, lança nesse um apelo e um alerta a todos aqueles que, de uma forma ou outra, se sentem atingidos pelo suicídio. Unamo-nos a ele nessa luta pela vida e proclamemos aos quatro cantos, que seja o que for que nos aconteça, viver é e sempre será a melhor opção.

Fonte:

FRANCO, Divaldo Pereira. Temas da vida e da morte. Cap. 1.
KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Brasília: FEB, 2016.

Sites

https://www.wemystic.com.br/artigos/suicidio-segundo-a-visao-do-espiritismo/

https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Livreto-Suicidio.pdf

http://www.nossolar.org.br/nossolar/n_tema99.php

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