Preservação do Planeta Terra

O planeta Terra é um imenso organismo vivo, capaz de obter energia para o seu funcionamento, regular seu clima e temperatura, eliminar seus detritos e combater suas próprias doenças, ou seja, assim como os outros seres vivos, um organismo capaz de se autor regular.

Por Meio Ambiente entende-se tudo o que nos rodeia, ou seja, o ar, as plantas, os animais, as indústrias etc.

A Terra é a nossa morada, local de aprendizado e melhoria espiritual, sob o amparo de Jesus, nosso guia maior. Precisamos, então, preservá-la da destruição pelo uso adequado dos recursos naturais, agindo com inteligência e equilíbrio. Como primeira medida, se faz necessário considerar a Natureza uma dádiva divina, de acordo com Emmanuel:

– A Natureza é sempre o livro divino, onde as mãos de Deus escrevem a história de sua sabedoria, livro da vida que constitui a escola de progresso espiritual do homem, evolvendo constantemente com o esforço e a dedicação de seus discípulos.

Os Benfeitores Espirituais informam que a destruição é uma lei natural, porque é preciso que tudo se destrua para renascer e se regenerar. O que chamais destruição é apenas transformação que tem por objetivo a renovação e o melhoramento dos seres vivos, e se a destruição é necessária para a regeneração dos seres, a natureza os cerca com meios de preservação e de conservação para que a destruição não ocorra antes do tempo preciso.

As medidas para não destruir nem agredir nossa morada, conscientes de que a destruição necessária, presente na natureza, “tem por fim a renovação e a melhoria dos seres vivos”. Tal condição é bem diferente da destruição abusiva, que compromete a existência dos seres vivos no Planeta, inclusive a espécie humana.

Em resposta à pergunta 705 – Por que a Terra nem sempre produz bastante para fornecer o necessário ao homem?,  “… a Terra produziria sempre o necessário se o homem soubesse contentar-se. Se ela não cumpre a todas as necessidades é porque o homem emprega no supérfluo o que se destina ao necessário. Vede como o árabe no deserto encontra sempre do que viver, porque não cria necessidades fictícias. Mas quando metade dos produtos é desperdiçada na satisfação de fantasias, deve o homem se admirar de nada encontrar no dia seguinte e tem razão de se lastimar por se achar desprevenido quando chega o tempo de escassez? Na verdade, eu vos digo que não é a Natureza a imprevidente, é o homem que não sabe regular-se”.

Mais adiante, na resposta à pergunta 735 – Que pensar da destruição que ultrapassa os limites das necessidades e da segurança?, diz-nos que é “A predominância da bestialidade sobre a natureza espiritual. Toda destruição que ultrapassa os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais não destroem mais do que necessitam, mas o homem, que tem livre-arbítrio, destrói sem necessidade. Prestará contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois nesses casos ele cede aos maus instintos”.

O Planeta Terra oferecer-nos sempre o suficiente desde que saibamos utilizar os seus recursos naturais com moderação. Há uma lei natural que rege todas as nossas ações, sejam boas ou más. Assim se poluirmos o espaço mais do que ele pode suportar, poderemos presenciar alguma calamidade. Sendo assim, uma reflexão sobre as Leis Morais capacita-nos a melhor utilizar os recursos que a divindade empresta-nos para auxiliar a nossa evolução espiritual.

MOURA, Marta Antunes. O Planeta Azul. Revista O Reformador. Abril, 2011. Pgs 26-28.

NAVARRO, Antônio. Meio Ambiente e Conduta Espirita. Disponivel em < https://www.eusemfronteiras.com.br/meio-ambiente-e-conduta-espirita/ >

GREGÓRIO, Sérgio Biasi. Meio Ambiente e Espiritismo. São Paulo, Junho-1996. Disponivel em <https://www.ceismael.com.br/artigo/meio-ambiente-e-espiritismo.htm >

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