O Adolescente e as drogas

Libertação do vício. Só ocorrerá pelo próprio dependente: através da Vontade!

E não estamos radicalizando: sem o impulso libertador, “de dentro para fora”, poderá ocorrer impedimento à droga (por reclusão, internação compulsória em clínica, etc.), mas não repulsão a ela, que é o desejável, porque definitivo.

A vontade é bênção divina, inerente a todos os seres. No caso do viciado, não há alternativa: somente sua vontade poderá libertá-lo; assim sendo, compete à família, aos amigos, à pessoa que o ama, despertar-lhe essa sublime força – que ele tem -, mas que está momentaneamente eclipsada. Uma forma será orar por ele. Outra será convidá-lo à reforma moral, mas de forma branda e sincera: engajando-o em atividades assistenciais, e, em paralelo, convidando-o a frequentar o Centro Espírita, para assistir a palestras evangélicas, receber passes, etc.

Ajuda externa: é indispensável. Quem ajudar ao viciado terá que ser alguém que forme com ele um quadro de fraternidade incondicional. Ele é um doente. Precisa de cura.

Aqui, vale lembrar Jesus: “Os sãos não precisam de médico” (Lucas, 5:31).
– Se o vício já irrompeu no lar, a família deve tratar o problema com compreensão e muito diálogo, mais muito mesmo! Castigos, de qualquer espécie, só afastarão mais e mais o filho, que se sentindo desprezado pelos seus, irá buscar reconforto em companhias outras. Geralmente, outros viciados…
– Ainda nessa hipótese (do filho já estar viciado), se possível, afastá-lo do convívio social a que se prendeu, até mesmo levando-o a tratamento médico. Mais do que nunca, aplicar-lhe o melhor de todos os antídotos contra qualquer vício ou desvio comportamental: O Evangelho terapia!

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