Cooperação


O homem não pode viver isolado.
Lembre-se de que cada companheiro de jornada é um amigo que o ajuda e a quem você precisa também ajudar.
A cooperação existe entre todas as coisas criadas.
Procure você também cooperar com tudo e com todos, em benefício da própria Terra que o acolhe bondosamente, permitindo sua evolução.
Ajude sempre, e jamais desanime.

Carlos Torres Pastorino

A cooperação é fator essencial para a harmonia e o bem estar de todos. E cooperar é se interessar pela pessoa do outro, por suas dificuldades, seus afazeres e necessidades; é colaborar com alguém – ou seja, fazer junto – para que ele possa produzir muito mais do que se fizesse sozinho; é prestar favores, ainda que pequenos, exercitando nossa cordialidade; é partilhar nossa energia, qualquer que seja a forma, ou um sorriso, um pensamento; enfim, é perceber o quanto nossa disposição pode facilitar a vida de alguém, trazer-lhe satisfação, nos aproximar ainda mais, criando um vínculo afetivo cada vez mais consistente.

À Luz do Espiritismo

A Espiritualidade Superior ensina que o isolamento é contrário à natureza humana.

Segundo ela, o homem é instintivamente gregário por motivos providenciais.

Ele precisa progredir e o progresso é sempre fruto da colaboração de muitos.

Em regra, o homem busca a vida em sociedade por razões pessoais.

Ocorre que as criaturas possuem diferentes habilidades e caracteres.

Mediante o convívio, elas se aproveitam dos talentos recíprocos e aprendem umas com as outras.

Justamente por isso, a força de uma sociedade advém da diversidade de seus integrantes.

Quando a diversidade é valorizada, tem-se um organismo social dinâmico e eficiente.

Ao contrário, toda tentativa de uniformização, com intolerância ao diferente, implica enfraquecimento.

Pode-se entender que vigora no âmbito humano uma Lei geral de Cooperação.

Ela se apresenta nos mais variados contextos, dos triviais aos sublimes.

Por exemplo, Jesus encarnou na Terra para ensinar e exemplificar a vivência do bem, na conformidade dos desígnios Divinos.

Dotado de extremas sabedoria e pureza, ainda assim buscou companheiros para auxiliá-lO na tarefa.

Escolheu doze Apóstolos, aos quais ministrou os mais variados ensinamentos.

Orientou-os, burilou-os e amparou-os para que no tempo devido sustentassem a vivência do Evangelho no mundo.

Os Apóstolos eram diferentes entre si.

Ocorre que, quando várias mãos se juntam, o bem se multiplica e expande.

Pense nisso!

Redação do Momento Espírita

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