Caridade

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.
Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!
A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.
Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.
A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.
Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
Hoje vemos como por um espelho, confusamente; mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte; mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.
Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade – as três. Porém, a maior delas é a caridade.

1- Coríntios. Cap 13. V 1-13.

Certo dia no mosteiro o monge Liu-Pei estava preocupado, pois estava muito frio e muitas pessoas que lá se encontravam, não possuíam agasalhos para se proteger. O sábio Kwan-Kun vendo aquela cena se aproximou de Liu-Pei e disse: Liu-Pei, faça um gesto caridoso e dê um agasalho, para aquela senhora que está passando frio. -Liu-Pei vira-se para o mestre e diz: Mas Kwan-Kun, eu possuo poucas roupas, não está sobrando nada, e acho que posso precisar mais tarde quando vier mais frio. Kwan-Kun ouvindo este pensamento do monge reage:
-Querido Liu-Pei, quando se faz a caridade, não se deve fazê-la com o que sobra, pois a verdadeira caridade, está em saber dividir o que se tem.

Muitas vezes o egoísmo, não deixa que você possa praticar a caridade, pois acha-se impregnada pela convicção de que sempre precisa de mais, muito embora já tenha o bastante, para suas necessidades.
Dar o que sobrou é muito fácil e sem comprometimento, todavia, ter o objetivo de dividir o pouco que possuí, é maravilhoso aos nossos olhos e mais ainda aos olhos de Deus.
A caridade nos favorece a ficar mais próximo de Deus.

Fonte:
www.gotasdepaz.com.br/caridade-nos-aproxima-de-deus-2

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